Terra sem documento
Posse antiga, herança sem inventário ou área sem escritura, CCIR e CAR.
Direito Agrário
Terra sem documento, divisa em disputa, contrato de arrendamento, dívida do crédito rural depois da seca, multa ambiental. A gente conhece a realidade do campo no sertão e explica cada caminho sem complicação.
Contrato de boca também vale. O Estatuto da Terra protege quem arrenda ou trabalha em parceria, mesmo sem papel assinado. Mas o contrato escrito evita muita briga.
Onde podemos ajudar
Posse antiga, herança sem inventário ou área sem escritura, CCIR e CAR.
Cerca mudada, vizinho que avança ou ocupação da sua área.
Contratos de uso da terra, prazos, preço e divisão da produção.
Parcelas do Pronaf ou do custeio que a seca ou a safra não deixaram pagar.
Multas, embargos, reserva legal, APP e regularização no CAR.
Quem trabalha no campo tem regras próprias no INSS.
Aposentadoria de quem trabalha no campo? Veja Direito Previdenciário. Escritura, usucapião e georreferenciamento? Veja Regularização de Imóveis.
Contratos agrários
São os dois contratos mais comuns para usar a terra de outra pessoa. Toque em cada um e compare.
O dono cede o uso da terra por um valor combinado, como um aluguel.
Estatuto da Terra (Lei 4.504/1964) e Decreto 59.566/1966. Há exceções conforme a atividade.
Crédito rural
Quando a dificuldade de pagar vem de frustração de safra ou de problema na venda da produção, a lei e as normas do crédito rural preveem o alongamento da dívida, cumpridos os requisitos. O Superior Tribunal de Justiça reconhece esse alongamento como direito do produtor (Súmula 298).
Para adiantar
Quem acompanha
A sede fica em São Raimundo Nonato, no coração do semiárido. A equipe conhece de perto a vida no campo e os cartórios, bancos e órgãos da região.
Perguntas frequentes
No arrendamento, o dono cede o uso da terra em troca de um valor combinado, como um aluguel. Na parceria, dono e parceiro dividem os riscos e os resultados da produção, em percentuais definidos no contrato. As duas formas seguem o Estatuto da Terra.
Vale. O Estatuto da Terra admite contratos agrários verbais, e as regras de proteção se aplicam mesmo sem papel. Ainda assim, o contrato escrito evita discussão sobre prazo, preço e divisão.
É possível pedir na Justiça a proteção da posse (reintegração ou manutenção) ou a demarcação da divisa, com base em documentos, testemunhas e, quando preciso, perícia topográfica. Quanto antes, melhor.
Quando a dificuldade vem de causa como frustração de safra ou problema de comercialização, a lei e as normas do crédito rural preveem o alongamento da dívida, cumpridos os requisitos. O Superior Tribunal de Justiça reconhece esse alongamento como direito do produtor.
Pode. Há prazo para defesa no processo administrativo, e a multa pode ser questionada por falta de prova, erro de cálculo ou de área. Regularizar o CAR e apresentar um plano de recuperação também pode reduzir as sanções.
Pode ser caso de usucapião especial rural: posse de até 50 hectares, por 5 anos, sem oposição, tornada produtiva pelo trabalho da família, que mora nela, sem ter outro imóvel.
As condições de contratação são explicadas com clareza na primeira conversa, antes de qualquer compromisso. Falar com o escritório para entender o caso não obriga a contratar.
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